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De quê brinquei nas férias - Projeto de Educação Física

06/04/2013


Professor  : Maforte

Período: 14 de fevereiro a 27 de março de 2013.

Turmas: 3º ao 5º ano do turno da tarde

Proposta: Conhecer, experimentar, refletir, modificar e compartilhar jogos e brincadeiras aprendidos nas férias.

Conheça um pouco mais dos jogos escolhidos: 

PEGADORES

Pega-Pega Resta 1 (5º ano - Profª Cláudia): a atividade é iniciada com  um pegador que tenta tocar nos demais colegas. Quem for tocado se transforma em ajudante do pegador até que todos sejam pegos. A última criança a ser pega, ganha o jogo.

Problema: identificar as crianças pegadoras no decorrer da partida.

Adaptação: todos começam com colete e vão  retirando à medida que são pegos. 

Transformação: quem é pego, junta-se ao pegador, de mãos dadas, semelhante ao pegador da corrente.

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Pegador da Onda (3º ano - Profª Karine): os participantes fazem uma roda e decoram quem está à sua direita e à sua esquerda. No início da partida, a criança que for a pegadora tem que tentar pegar quem estava à sua direita. Ao alcançar o colega, esse que foi pego também precisa tocar o que estava à sua direita e assim sucessivamente, até que a "onda" passe por todos.

Problema: se a roda for muito grande, os participantes podem ficar muito tempo ociosos, aguardando a vez de jogar.

Adaptação: fazer várias rodas com menos participantes.


 

Pegador da Múmia (4º ano - Profª Rosângela): Uma criança é a "Múmia" pegadora e fica de cabeça baixa como se estivesse adormecida. Ao levar uma leve bolada, a Múmia  desperta do sono e tenta agarrar a bola, que é lançada entre os outros colegas (semelhante ao bobinho de muitas pessoas) ou tocar a pessoa que está com a bola. Quem for tocado pela múmia com a bola na mão, ou ao lançar a bola entrega-la à Múmia, vira o próximo pegador.

Problemas: dificuldade muito grande de o pegador deixar de ser Múmia e, também, em alguns casos, as crianças desejarem ser "Múmias" e, propositalmente, permitirem ser pegas. Algumas crianças se queixaram que quase não pegaram na bola.

Adaptações: aumentar o número de bolas e "Múmias" no jogo proporcionando maior dificuldade aos participantes. Dividir a quadra e a turma ao meio e fazer dois jogos ao mesmo tempo. 

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Pegador da Sardinha (5º ano - Profª Cláudia): o jogo é o esconde-esconde ao contrário. Apenas uma criança se esconde na floresta da escola e, após alguns minutos, as outras crianças partem à procura do amigo escondido. Quem o encontrar se junta a ele em silêncio. O último a achar o grupo torna-se o pegador na próxima rodada.

Problema: as crianças não se esforçavam para encontrar o pegador, pois desejavam se esconder na partida seguinte.
Adaptações: o primeiro a encontrar o colega escondido ganha o privilégio de se esconder na próxima rodada do jogo. A última criança a encontrar o grupo fica de fora da próxima rodada do pegador da sardinha.

Observações: caso a turma não consiga encontrar o pegador, na rodada seguinte ele pode escolher se vai se esconder novamente ou pode escolher outro colega para realizar a tarefa.

Importante: para garantir a segurança e o bom andamento da aula na floresta, sugerimos os seguintes combinados: não pisar nos canteiros de plantas, passar apenas pelas trilhas da mata; ao cruzar com crianças menores ou com adultos, diminuir a velocidade, passar pelas pessoas com cuidado e, em seguida, retomar a perseguição; participar do jogo apenas nos pátios que são permitidos (Mata, Vila das Bonecas e Pirâmides) e, por fim, ao apito do professor, descer para a quadra coberta imediatamente.

GRANDES JOGOS

Bentes Altas (3º ano - Profª Adriana): é um jogo disputado entre duas duplas. A dupla de ataque tem a função de acertar a lata do oponente e também de impedir que a dupla de defesa marque pontos. A dupla de defesa precisa, utilizando-se de um bastão, defender a lata da bola de meia, lançada pelos oponentes. Caso consigam rebater a bola, precisam trocar suas posições com outro colega do seu time e, para cada troca, marcam um ponto. Se a dupla de ataque acertar a lata, invertem-se as posições do jogo. Ganha a equipe que marcar mais pontos ao final da partida.

Resgatando a originalidade: para aproximar ainda mais da realidade do jogo que era praticado antigamente, reutilizamos latas, cabos de vassouras, tampas e meias usadas e construímos o material necessário para a realização do Bentes Altas.

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Decobol (5º ano - Profª Cláudia): é uma atividade criada durante as aulas, a partir de outros jogos já conhecidos pelos alunos do IC. É lançada uma bola de vôlei ao alto e a criança que conseguir agarrar a bola torna-se a pegadora. Quem é pegador tem o objetivo de "queimar" (acertar a bola no colega e a bola precisa cair no chão) as outras crianças que estão participando. Caso outro aluno agarre a bola, ele se torna o pegador automaticamente. Quem for queimado está temporariamente fora do jogo. Mãos e cabeça são partes "frias" (se a bola bater em algumas dessas partes, a criança não está queimada). O grande lance do jogo são as alianças. Formam-se grupos de 5 colegas que, após a aliança, combinam que não irão se queimar até o final da partida.

Problema: alianças com muitas pessoas facilitavam sempre às mesmas pessoas vencerem os jogos. Uma bola pode tornar o jogo demorado.

Adaptação: utilizamos 4 bolas e propusemos alianças de, no máximo, 3 pessoas.

Observações: as pessoas que estão com a bola também podem ser queimadas. Sugerimos que as alianças sejam feitas com outros colegas nas diversas partidas.

Convite para a Festa da Família: pensando em socializar ainda mais as experiências vividas nesse projeto, decidimos propor às famílias experimentar esses jogos na Festa do dia 13 de abril.


 

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